
05 março 2007
04 março 2007
02 março 2007
01 março 2007
Opiniões V
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Ora o que se podia ver ostensivamente era umas quantas baianas completamente desenquadradas, no espírito e no traje, arrastando farpelas de confecção duvidosa e origem suspeita. Depois, a própria organização da marcha transmitia a ideia de uma completa desunião, tal era o espaço vazio deixado entre os carros e a colocação dispersa dos grupos no cortejo. Às tantas já não se percebia se era o Paço ou alguma produção independente.
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Ao contrário de anos anteriores, a costumeira equipa do Amef e C.ª, folgou na inspiração e apresentou um carro sem brilho nem cor (exageraram no branco e nem as olheiras do Amef salvaram a pintura).
Não me vou alongar na apreciação dos carros, mas havia um que me pareceu particularmente atraente. Um tractor John Deere de cor verde, série 5015, motor PowerTech com certificado de emissões II, potência de 83 CV. e uma cilindrada de 4,5 litros. Com disposição ergonómica dos comandos, excelente visibilidade periférica (320°) e baixo nível sonoro (inferior a 78 dB).
Pareceu-me que seria efectivamente o único carro decente que o Paço integrava no seu corso, não fora a sua baixa performance sonora ter comprometido o desempenho final em pleno despique. Não é que o raio do tractor, fiel ao seu doce ronronar, se recusou a estrondear devidamente na hora do aperto, obrigando os seus acólitos a remeterem rapidamente Rua do Paço afora, por forma que a vergonha passasse despercebida. Qual compromisso, qual honra, qual carácter! Tivesse este tractor de nova geração os pergaminhos sonoros dos seus antepassados e tão depressa ninguém o tirava dali. Mas estas modernices ecológicas é no que dão. Lá foram debitar os fracos decibeis para onde fosse possível ouvi-los.
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Fizemos nós a festa e bem continuada noite dentro, com uma movida fantástica entre o Quebra e o Mercado. A iniciativa levada a cabo pelo Square Impact revelou-se um êxito, comprovando mais uma vez quem detém a iniciativa e torna o nosso carnaval cada vez mais atractivo. A malta do Paço por respeito lá foi dar uma espreitada ao seu baile desejando interiormente que terminasse o mais rápido possível para assim poderem dirigir-se ao Rossio, único local onde efectivamente se vivia o verdadeiro espírito carnavalesco. Entre música, representações de rua, convívio, espectáculos e cavaqueira, as grandes noites do carnaval tiveram lugar no Rossio e prolongaram-se na diversidade das iniciativas que aí se desenrolavam, contagiando com cor, alegria e entusiasmo todos os participantes. Uma verdadeira festa, coroada de sucesso e fantasia.
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pela presença, pela entrega, pelo dinamismo, pela inovação e pelo entusiasmo, viva o meu Rossio adorado.
Opiniões IV
Parabéns Canas de Senhorim….
Apesar das picardias temos de agradecer às duas Associações: Paço & Rossio, o excelente Carnaval que nos foi fornecido!
Este ano sim, ouve alterações no programa carnavalesco em relação ao ano passado! Mas, não foi por isso que o nosso Carnaval deixou de ser excelente, aliás, antes pelo contrário! Penso que foi melhor do que os dos anos passados, porque ouve sim, uma inovação, mas, sem perder algumas das tradições. E penso que é esse o principal aspecto que está a fazer com que o nosso Carnaval tenha cada vez mais adeptos!!! O nosso Carnaval está sem dúvida a evoluir! Portanto parabéns “Por um Carnaval melhor!”
Parabéns ao Rossio!!! Rossio é o REI DAS FESTAS (sem dúvida)
Paço “Fraquinho nas Festas vá”, mas com Carros excelentes. DESPIQUE? (NÃO HOUVE). Quem ganhou????? Canas de Senhorim…
Opiniões III
Tudo começou no Domingo de carnaval. O Paço causava furor com uma excelente frente de marcha, onde ponteavam belos trajes e uma alegria inigualável. Depois, ao longo da marcha podiam apreciar-se inúmeros grupos foliões que mostravam originalidade e bom gosto. Os carros alegóricos de elevado recorte artístico, complementavam um corso fantástico que, incorporando a tradicional Banda de Música, arrematava com uma alusão satírica às condições do sistema de saúde. Pelo meio podíamos apreciar o excelente efeito produzido pelo movimentos dos golfinhos num carro simples mas muito bem conseguido, a divertida sátira da “Bandalhoca”, os "ghostbusters" dos computadores, as “Floribelas”, enfim, uma diversidade de referências e representações que asseguraram a genuinidade do nosso carnaval.
Opiniões II
28 fevereiro 2007
27 fevereiro 2007
Opiniões - I
Quanto ao despique é o que se sabe, o Paço cumpriu o protocolo, o Rossio não, não é necessário dizer nada, só Canas é que perdeu.
Quanto à componente nocturna parabéns para ambos os lados, enquanto o Rossio conseguiu de uma vez por todas captar os jovens para a sua casa com um programa alternativo que se mostrou muito vantajoso, o Paço conseguiu ter casa cheia com a aposta nos Alta Frequência, uma banda que se diz não muito barata mas que veio provar que é com estas bandas que se enche a casa. Por um lado faltou espaço para os mais adultos por outro faltou espaço para os mais jovens.
Mais uma vez a junção dos dois programas com um entendimento interassociativo era necessária e concerteza iriamos assistir a um dos melhores Carnavais de sempre no seu todo!
Fica a sugestão para o ano!
26 fevereiro 2007
25 fevereiro 2007
Avaliação
Agora a outra parte! Não houve despique, aqui quem agiu mal foi o Rossio, independentemente de o Paço já ter feito isso ou não, não serve dizer "Isto foi uma atitude à Paço", toda a razão que poderiam ter deixaram de a ter! Não há discussão possível, o Rossio combinou uma coisa fez outra, ponto final, não vale a pena andar à procura das histórias mais rebuscadas de que o Paço viu que não tinha capacidade e que isto e que aquilo! Estou à vontade para falar porque quando o Paço fez o mesmo eu critiquei, foi uma decisão tomada pela direcção do Rossio por isso assumam-no. Não houve despique porque o Rossio faltou à palavra. (independentemente de ter sido avisado com "tempo"... sinceramente ainda tive algumas esperanças que ambos desligassem o som e fosse apenas vocal... talvez seja a minha utopia). Agora vêm os divisores (aprendi hoje que a palavra Diabo vem de "divisão") atirar-nos areia para os olhos... é preciso saber assumir o que se faz! Não chega "andar à procura de álibis"! O posicionamento do carro da música do Rossio tem de ser revisto, se é verdade que a pá com as colunas do Paço (que este ano me pareceu que foi reforçada) é perigosa, o posicionamento do carro do Rossio este ano também o foi, porque ficou muita gente (do Paço do Rossio) "entalada" entre os vários carros... está bem que as 4 esquinas não são um local propriamente espaçoso, mas outras soluções têm de ser estudadas.
Seria bom que as duas direcções se decidissem mais cedo e entrassem num compromisso sobre as "regras" deste nosso Carnaval... mas pelos vistos, pelo que me contam (boatos certamente infundados) parece que é muito difícil... bem, perde o Carnaval de Canas... ganha quem o quiser fazer a todo o custo.






















